Você já deve ter ouvido aquela expressão muito usada entre as startups: “azar, foguete não tem ré”, certo? Deixa eu contar uma coisa: ela não é mais verdadeira. Mas fique tranquilo, este não é um texto para desmotivar você, e sim mostrar que a mudança de sentido dessa expressão significa inovação. E segue com a gente que eu explico o que os dados têm a ver com tudo isso!

Inovar para transformar

Inovação é a nossa palavra-chave, quando falamos em “vender mais com o uso inteligente de dados”, aqui na Iris. Isso porque uma das premissas básicas da inovação é a observação do entorno, sempre buscando uma perspectiva diferente. Quase como um olhar de principiante, ou até mesmo de criança. 

A exemplo, temos o Jack Ma, fundador da Alibaba, que costuma contar em suas palestras sobre a reação das pessoas quando ele apresentava ideias potencialmente inovadoras. As respostam eram sempre as mesmas: “Jack, isso é tão estúpido”. E ele respondia: “Eu gosto de coisas estúpidas. Nosso trabalho é fazê-las inteligentes”. 

Inovar é isso: pegar o que todo mundo consideraria estúpido e fazê-lo inteligente, algo que é possível apenas quando olhamos para as coisas a partir de perspectivas diferentes.

Mas e a ré do foguete?

Primeiro, deixa eu trazer uma pequena explicação de porque agora o foguete tem ré: A SpaceX está mudando toda a tecnologia espacial, rompendo barreiras na redução de custos para a produção de foguetes. Com isso, em 2015, a empresa lançou o primeiro foguete orbital da história, que conseguiu retornar e pousar verticalmente na Terra. Ou seja, de ré.

Mas porque estou falando tudo isso, caro leitor? Pois a inovação não significa, necessariamente, construir um robô ou criar um novo Google. As respostas podem ser muito mais simples. Como quando, ao desmembrar todos os custos dos foguetes, Elon Musk entendeu que inserindo diferentes componentes e tecnologias, poderia mudar totalmente o mercado.

Agora traga isso para a realidade do seu negócio. Já pensou como você poderia alterar as formas de tomada de decisões da sua empresa? 

É aqui que os dados entram. 

Vamos pensar juntos: quantos dados guardados em pastas, excel ou servidores você tem? E o que esses dados podem ensinar sobre o comportamento do seu consumidor? Agora a pergunta mais desafiadora: porque esses dados “legados” não estão sendo utilizados para alavancar seu negócio hoje?

Vamos explicar com um exemplo prático!

Imagine que uma rede de restaurantes tem lojas espalhadas por todo o Brasil. E os dados de compra dessas lojas ficam divididos entre as regiões. Além disso, a administração não atenta o olhar para eles, apenas para a receita.

Nesse cenário, vamos considerar que as lojas do Rio de Janeiro vendem muito mais do que as do Rio Grande do Sul. Por isso, a rede de restaurantes resolveu lançar um prato novo na primeira sede. Contudo, a maior parte das vendas da loja carioca são de sorvetes, não de refeições. Enquanto isso, na filial do Rio Grande do Sul que possui uma receita menor, recebe um ticket médio maior em refeições. 

Analisando este cenário, em qual das filiais você investiria a criação de um novo prato? 

Esse pode ser um exemplo muito básico no cenário de decisões de uma empresa, usando os dados como base. Porém, ele mostra a importância da análise das informações adquiridas para utilizá-la de forma inteligente nas tomadas de decisão do seu negócio. 

Aqui na Iris, nosso propósito é democratizar o uso de dados. Assim, é possível gerar maior autonomia para as equipes na hora de tomar decisões e, consequentemente, criar uma cultura data-driven. Vamos juntos desmistificar o uso de dados? 


Quer saber mais sobre o uso inteligente de dados? Acesse nosso site

Gostou desse conteúdo? Acompanhe mais materiais como esse nas nossas redes sociais: Instagram, LinkedIn, Facebook e blog.